https://devlaravel.imosver.com/pt/libros/viento-del-pueblo-00107741120010774112VIENTO DEL PUEBLO17.01Viento de pueblo es la obra más vibrante de quien mereció ser llamado «gran poeta del pueblo» y «el primer poeta de nuestra guerra». Los poemas de este libro surgen de una historia que se está haciendhttps://static.arnoia.com/imagenes_small/9788426/978842642715.jpgLibrosLibros/POESIAEn stockLUMEN000https://static.arnoia.com/imagenes_small/9788426/978842642715.jpg0010795273CIM00856100010781730CIM007907617.950.892012/01/019788426427151HERNANDEZ, MIGUELLibrosaño_2012idioma_CastellanoCautor_HERNANDEZ, MIGUELsaga_POESIA
Artículo
VIENTO DEL PUEBLO
HERNANDEZ MIGUEL
LUMEN
POESIA
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Viento de pueblo es la obra más vibrante de quien mereció ser llamado «gran poeta del pueblo» y «el primer poeta de nuestra guerra». Los poemas de este libro surgen de una historia que se está haciendo y en la que tratan de imprimir su huella. El combatiente y el poeta palpitan en ellos -«la poesía en mi es una arma que dejo en las manos del pueblo»-; expresión íntima y vigorosa de un poeta que lucha junto a los milicianos, vive al mismo tiempo la experiencia del amor y la paternidad y trata de convertirse en portavoz y guía de su pueblo envuelto en una lucha sangrienta.La crítica ha dicho: «Miguel Hernández cantaba con su voz de bajo y su cantar era como si todos los árboles cantaran. Como si un solo árbol, el árbol de una España naciente y milenaria, empezara a cantar de nuevo sus canciones. Ni chopo, ni olivo, ni encina, ni manzano, ni naranjo, sino todos ellos juntos, fundidas sus savias, sus aromas y sus hojas en ese árbol de carne y voz.» Octavio Paz «Miguel Hernández ha sabido convertir su dolor y su desaliento en la mejor y más perdurable poesía.» Alejandro Duque Amusco, El País «Recordar a Miguel Hernández que desapareció en la oscuridad y recordarlo a plena luz, es un deber de España, un deber de amor. Pocos poetas tan generosos y luminosos como el muchachón de Orihuela cuya estatua se levantará algún día entre los azahares de su dormida tierra. No tenía Miguel la luz cenital del Sur como los poetas rectilíneos de Andalucía sino una luz de tierra, de mañana pedregosa, luz espesa de panal despertando. Con esta materia dura como el oro, viva como la sangre, trazó su poesía duradera. ¡Y éste fue el hombre que aquel momento de España desterró a la sombra! ¡Nos toca ahora y siempre sacarlo de su cárcel mortal, iluminarlo con su valentía y su martirio, enseñarlo como ejemplo de corazón purísimo! ¡Darle la luz! ¡Dársela a golpes de recuerdo, a paletadas de claridad que lo revelen, arcángel de una gloria terrestre que cayó en la noche armado con la espada de la luz!.» Pablo Neruda «Miguelillo, cómo sabes sorber como un gigante, como un hombre, toda forma de poesía. Ay, poeta, qué línea tan clara viene de tu sangre cuando me hablas. Qué bien te siento. En fin, Miguel, ya ves, quedamos en que se dan gritos de amor o gritos de muerte. A veces pienso si estos gritos unidos, en mí, serán consecuencia de que yo no he sido totalmente feliz en casi ningún amor.» Vicente Aleixandre«Uno de los más grandes poetas españoles del siglo XX: [...] nos deslumbran la generosidad y la maestría miméticas; la fiesta de metáforas, ritmos y acentuaciones; la lujuria verbal y la cuantiosa cantidad de prestigiosas constelaciones de imágenes.» Félix Grande, El País«La aparente sencillez de sus poemas, que hablan con elocuencia del amor, la pobreza y la esperanza, convirtieron a Hernández en una figura popular que fue elevada a la categoría de culto.» El País«Crudo, apasionado, desesperado y festivo.» Publisher's Weekly «El poeta necesario.» Buero Vallejo «El poeta consumado de la luz, la oscuridad, el alma, el tiempo, la muerte.» Willis Barnstone «Miguel Hernández es casi el único poeta que ha sacado una gran lección de sus raíces, que ha recibido de su infancia y de su tierra la savia necesaria para alimentar su obra.» Claude Couffon