https://devlaravel.imosver.com/pt/libros/la-ciudad-de-los-vivos-CIM0043871CIM0043871La ciudad de los vivos14.21La historia real del homicidio que conmocionó Italia. Un retrato despiadado del lado oscuro de Roma. «Una historia salvaje y monumental, de las mejores que leí en mi vida». Manuel Jabois «El temblor dhttps://static.arnoia.com/imagenes_small/9788466/978846637355.jpgLibrosLibros/FICCIONEn stockDEBOLSILLO000https://static.arnoia.com/imagenes_small/9788466/978846637355.jpgCIM00230830010316218001013671314.9650.752025/02/139788466373555Lagioia, NicolaLibrosaño_2025idioma_CastellanoCformato_Tapa blanda o Bolsilloautor_Lagioia, Nicolasaga_Best Seller
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La ciudad de los vivos
Lagioia Nicola
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La historia real del homicidio que conmocionó Italia. Un retrato despiadado del lado oscuro de Roma. «Una historia salvaje y monumental, de las mejores que leí en mi vida». Manuel Jabois «El temblor de lo que sucede y de lo que no sucede, de lo que llega sin aviso y ya es irreparable y no termina nunca». Antonio Muñoz Molina, Babelia En marzo de 2016, en un apartamento situado a las afueras de Roma, dos jóvenes de buena familia se pasaron varios días de fiesta, poniéndose hasta arriba de cocaína, pastillas y alcohol. Decidieron invitar a alguien y tras llamar a varios amigos que no podían o no contestaban, dieron con Luca Varani, un chico al que apenas conocían. Le ofrecieron drogas y dinero a cambio de sexo. Se divirtieron hasta que empezaron a torturarle y terminaron asesinándolo a cuchillazos y golpes de martillo. Tenía 23 años, era hijo de una familia humilde de la periferia, un buen chaval que se buscaba la vida como podía. Nadie entendió por qué lo hicieron, no hubo respuestas para tanto horror. Desde la cárcel uno de los asesinos dijo que «querían saber que se sentía al matar a alguien». Tenían 28 y 29 años: Manuel Foffo, proveniente de una familia de comerciantes, y Marco Prato, un conocido relaciones públicas de la noche gay romana, hijo de un profesor universitario. El escritor Nicola Lagioia se obsesionó con el caso. Acababa de recibir el Premio Strega por su anterior novela, el premio más importante de Italia, y dedicó cuatro años de su vida a esta historia. Habló con todos los implicados, con los amigos y familiares de los tres chicos, accedió a la investigación y al juicio y llegó a cartearse con uno de los culpables. Se sumergió en lo más oscuro de la noche romana y se adentró en la inaccesible burguesía romana. El resultado es una crónica literaria mayúscula: una investigación sobre la naturaleza humana bajo el silencio de las calles vacías de la ciudad eterna.Críticas: «Hacía tiempo que no disfrutaba tanto de un libro. Qué barbaridad». Laura Ferrero «Colosal y perturbadora, con mimbres de Truman Capote y Emmanuel Carrère». Daniel Verdú, El País «Convertir el dolor en literatura y reflejar su amplísima dimensión […] es un objetivo que La ciudad de los vivos cumple con creces. […] Una de las mejores crónicas criminales de todos los tiempos». Marina Sanmartín, ABC «Odio las frases de faja, pero este libro es formidable». Enric González «Hacía mucho que una novela no me llenaba tanto como escritor y lector. La ciudad de los vivos es un puñetazo en toda la línea de flotación de nuestra época, la define, la desmenuza y como todo gran libro trasciende su propia intención hasta rebasar su apariencia». Jordi Corominas «Una obra que va de Capote a Carrère y Cercas. Lagioia lo hace como lo hace la mejor literatura. Nos muestra que el límite sobre el que se mueven los protagonistas —inmersos en el gran misterio y esplendor de Roma— es el límite del mundo, el mismo sobre el que andamos todos cada día». Domenico Starnone«La gran habilidad de Lagioia radica en la capacidad de enganchar al lector, arrastrándolo en un viaje minucioso, en el que nada se pasa por alto. […] Logra explicar un imposible desafiando el teatro del absurdo, poniendo las manos en la vida de los demás, pasando por él mismo; ha venido a reconstruir lo inimaginable». Vanity Fair